a cor me lambe
terça-feira, 20 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Árvores, Flores, Pessoas e Peixes
Árvores prestam atenção nas estações
As folhas dançam com o vento
Flores caem e dão espaço aos novos brotos
As pessoas matam para não dar lugar aos outros
Mas os peixes ignoram as estações e nadam
Árvores prestam atenção nos ventos
Os galhos se fortalecem para o sustento
Flores combinam aromas e dão alimento aos pássaros
As pessoas tiram do próximo a paz
Mas os peixes esquecem tudo e nadam
Árvores prestam atenção na chuva e bebem do solo
Nas raízes, riquezas contra a morte
Flores para coletar poesia numa gota de chuva sobre a pétala
As pessoas protegem-se da água
Mas os peixes aproveitam e nadam.
As folhas dançam com o vento
Flores caem e dão espaço aos novos brotos
As pessoas matam para não dar lugar aos outros
Mas os peixes ignoram as estações e nadam
Árvores prestam atenção nos ventos
Os galhos se fortalecem para o sustento
Flores combinam aromas e dão alimento aos pássaros
As pessoas tiram do próximo a paz
Mas os peixes esquecem tudo e nadam
Árvores prestam atenção na chuva e bebem do solo
Nas raízes, riquezas contra a morte
Flores para coletar poesia numa gota de chuva sobre a pétala
As pessoas protegem-se da água
Mas os peixes aproveitam e nadam.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Fôlego do amor
Eis que a moça corre ao encontro de seu amor, como um Beta, solitário, vai à superfície d'água de sua pequena casa molhada...
Eis que a moça carece de seu amor, como vida, como morte, como a ultima sorte.
Eis que se diz "eu te amo" na madrugada
... e de nada adianta o clamor dos ferozes, pois o amor não pára enquanto se toma fôlego na superfície do tempo.
(Ver Beta em http://pt.wikipedia.org/wiki/Betta_splendens )
Eis que a moça carece de seu amor, como vida, como morte, como a ultima sorte.
Eis que se diz "eu te amo" na madrugada
... e de nada adianta o clamor dos ferozes, pois o amor não pára enquanto se toma fôlego na superfície do tempo.
(Ver Beta em http://pt.wikipedia.org/wiki/Betta_splendens )
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
ESTRANHO
Nâo entendo o teu dialeto
nem compreendo os teus costumes,
mas ouvirás sempre as minhas canções
e todas as noites procurarei teu corpo.
Terás as carícias dos meus seios brancos.
Iremos amiúde ver o mar.
Muito me beijarás
e não te amarei como estranho.
(Max Martins - adaptado)
nem compreendo os teus costumes,
mas ouvirás sempre as minhas canções
e todas as noites procurarei teu corpo.
Terás as carícias dos meus seios brancos.
Iremos amiúde ver o mar.
Muito me beijarás
e não te amarei como estranho.
(Max Martins - adaptado)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Caderno de Desenhos e Versos sobre Amor
CORPO-DESEJO
Da ponta dos dedos
O carinho repentino
Ao fio de cabelo
Tocado ao som
Do acorde dedilhado
Com a ponta dos dedos.
Dos lábios molhados
O beijo sem som
Ao pescoço suado
Escorre a saliva
Misturada com suor
De beijar com a vontade
Com os lábios molhados.
Dos olhos fitados
O gesto do querer
Ao fechar de olhos
Na hora do beijo
Nosso desejo ao tocar
Com os olhos fitados.
A lingua escorrega
Pelo corpo nú
Ao falo teso e úmido
No âmago do ATO
Do amor dos errantes
O acerto FATAL
Com a lingua escorrega...
dedos...
lábios...
olhos...
língua...
do CORPO-DESEJO
Se faz num flash de luz amarela
Suave e viva
Bela
Deseja
Corpo-desejo.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Alguns Desenhos - 2008-2009


Estes desenhos, nanquim sobre papel, produzidos de 2008 a 2009, não representam obras de Arte, mas uma maneira própria da minha experiência de vida ao jorrar sobre ela e, por meio dessa relação de composição com linhas, a minha maneira de pensar o “Outro”, a Arte, a Vida.
Faço uma releitura de uma obra de Tarsila do Amaral – “Estrada de Ferro Central do Brasil” – impregnando a releitura de aspectos presentes no meu cotidiano. Não obstante, isso se dá em um momento da minha vida em que estou estudando aspectos do cotidiano de uma aldeia indígena e, além disso, pesquisando sobre temática étnico-raciais.
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