domingo, 14 de abril de 2013
Almofadas "Volpi"
Essas almofadas foram estampadas com bandeirinhas de festas juninas em homenagem ao artista Alfredo Volpi.
Volpi Realizou a primeira exposição individual aos 47 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1938 na cidade de São Paulo.[1]
Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de que é exemplo a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo, em 1953. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta, em 1956. (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Volpi )
Tecido de algodão cru. Tamanho: 40x40. Valor: 35 reais, cada. Encomenda com Giza - fone (91)91477883).
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Processos de criação
Por vezes, o atelier (que não passa de mais um quarto da casa) se torna pequeno para tantas atividades e ideias. O chão vira o local de trabalho e, neste caso mostrado abaixo, eu precisava de espaço para espalhar os botões e escolher aqueles que fariam parte da minha criação.
É preciso levar o computador para a mesa de trabalho, porque as pesquisas são importantes, fazem parte do processo de composição de cada peça, desenho, costura...
De noite, de vez em quando, cabe uma luz amarela para inspirar momentos remotos que iluminam a minha poesia.
A rede não pode faltar. Entre um trabalho e outro, enquanto a cola seca, enquanto as tintas se fundem, enquanto nada e tudo acontece, eu me deito e curto alguns minutos do meu ócio produtivo. A rede também serve para a minha mãe se deitar quando vem me visitar, e a conversa não para.
Nessas vivencias da experiencia de criar coisas, juntar pedaços, construir labirintos...escuto o Lenine cantar: "A vida é tão rara!". Assim, recrio a minha existência e me desvio dos desejos de morte e do meu caos impróprio.
No espelho que há em frente a cadeira, de onde trabalho, a frase cantada me faz lembrar que algumas coisas na vida verdadeiramente valem a pena e daí retomo o trabalho de criar coisas entre artes e artesanatos...eu e meus botões, fuxicos, tecidos, argilas, linhas, espelhos, minhas mãos, meu corpo e a minha mente que não para. Minha mente que oscila entre alegrias e tristezas do passado, presente e possibilidades futuras.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
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